Aviso: Conteúdo informativo. Não substitui consulta, diagnóstico, prescrição ou acompanhamento médico quando indicado.
A esteatose hepática, conhecida popularmente como gordura no fígado, pode estar associada a diferentes fatores metabólicos e de estilo de vida. A alimentação é uma das frentes de cuidado, mas a estratégia depende do quadro clínico, dos exames e da avaliação médica.
Acompanhamento com a nutricionista: Conhecer a Nutrição Clínica
O que pode mudar na alimentação?
Em muitos casos, melhorar a qualidade do padrão alimentar, reduzir excesso de bebidas açucaradas e ultraprocessados, organizar porções e trabalhar composição corporal pode fazer parte do acompanhamento. O foco não deve ser uma “detox do fígado” ou alimento específico, e sim mudanças consistentes que façam sentido para a pessoa.
E quando há outras condições?
O acompanhamento nutricional também ajuda a coordenar refeições com trabalho, atividade física e outras condições como diabetes, colesterol ou hipertensão, quando presentes. Isso evita recomendações isoladas e melhora a coerência do plano.
A nutrição substitui o tratamento?
A Nutrição Clínica pode atuar de forma complementar ao acompanhamento médico, sempre respeitando exames e orientações do profissional responsável.
Como a nutricionista Gabriele Lima pode ajudar
Se você quer entender como esse tema se aplica à sua rotina, agende uma avaliação individualizada com a nutricionista Gabriele Lima, presencialmente em Águas Claras ou online. Veja como funciona o acompanhamento nutricional.
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Fontes consultadas
- EASL, EASD e EASO. Clinical Practice Guidelines on the management of metabolic dysfunction-associated steatotic liver disease (MASLD). Journal of Hepatology, 2024;81(3):492-542.
- Brasil. Ministério da Saúde. Guia Alimentar para a População Brasileira. 2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2014.
